Nesta sexta, dia 25 de Outubro (2019), estreia a nova série original Netflix em parceria com a O2 Filmes, Irmandade, que tive a honra de poder assistir e participar da coletiva na qual estavam presentes os atores Naruna Costa, Seu Jorge, Danilo Grangheia, Lee Taylor, Pedro Wagner e o Wesley Guimarães, além do diretor Pedro Morelli.

Durante a temporada de 8 episódios a série nos apresenta a vida de um líder de facção, Edson, e de sua irmã Cristina, que vive com o irmão mais novo, Marcel, um vendedor de cachorro-quente que luta por uma vida melhor. O ponto chave que dá início à trama acontece quando, após assistir à prisão do irmão mais velho, Christina se torna uma advogada, influenciada pelos pedidos (indiretos) do pai e sua sede de justiça.


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Assistir a série me possibilitou enxergar uma realidade na qual não vivo, e que até o momento não conhecia. Fui surpreendida a cada novo episódio com a personagem de Naruna Costa, intérprete a Cristina, e sua capacidade de transmitir empatia e fazer com que passemos pelos mesmos questionamentos da personagem, nos colocando no seu lugar e pensando nas consequências de suas atitudes e decisões.

Em entrevista os atores comentaram o quão forte foi gravar em um presídio parcialmente desativado. Foram claros ao dizer que a energia emanada pelo local era sempre intensa e de como havia certa dificuldade em lidar com essa carga. Seu Jorge, por ter uma representatividade imensa, diz que ouvi gritos dos presos que estavam em alas próximas e que se comovia com eles.

Crédito: Aline Arruda/Netflix

Existem diversos pontos positivos na Série, como a fotografia, a consistência dos personagens, e a veracidade das informações passadas para nós, que estamos assistindo. Dentre tantos pontos positivos, vou citar apenas um negativo, mas que talvez nem se encaixe como algo ruim, apenas uma opinião pessoal. Acontece que essa a série tem um poder, uma força que a torna pesada.

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Por conta dessa intensidade dos fatos relatados e o modelo utilizado para retratá-los, não recomendo para menores de 16 anos. Por outro lado, a forte carga dramática de Irmandade deixa você instigado a querer saber mais e entender o que leva cada pessoa a faz o que faz. Se você se encontra acima da faixa etária citada, não descarto a necessidade de assisti-la.

Sugestão de pautas encaminhar para carolinedias@canseideserpop.com

*Texto revisado por Larissa R. Diniz (@laridiniz0)

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